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Prémio Laranja Amarga para o terceiro início de ano letivo de Alexandre

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16.09.2026

O tempo voa e esta é já a terceira semana de início de ano letivo da era Montenegro/Fernando Alexandre. Se em 2024 as desculpas sobre a herança legada pelo PS de conflitos sindicais com o eterno Mário Nogueira, entretanto reformado depois de uma longa carreira de protestante profissional em que raramente ensinou crianças, e o excitado Ventura do STOP, ainda serviram de desculpa para as dificuldades com o início do ano letivo, agora já terminou há muito o período de estágio governamental de Fernando Alexandre.

A demografia pouco fértil das últimas décadas tem provocado uma redução do número de estudantes nos primeiros anos do ensino básico, que é apenas parcialmente compensada pelo afluxo das famíliasde imigrantes que chegaram a Portugal ainda antes das restrições ao reagrupamento familiar heroicamente determinadas pelos inimigos das famílias Leitão Amaro e André Ventura, mas o envelhecimento do corpo docente, com raros professores sub-30 e uma idade média superior aos 50 anos, mudou o ambiente social das escolas e tornou-as mais azedas e pouco abertas à inovação.

As aposentações crescentes dos próximos anos serão ainda mais graves face à escassa competitividade da profissão docente, que não atrai os estudantes do ensino superior necessários para suprir as saídas, e ao desastre da evolução dos preços da habitação que nos últimos anos tornouinviável a deslocação de candidatos a professororiundos do norte do País para colocações precárias em escolas de Lisboa, da Península de Setúbal ou do........

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