Flávio Bolsonaro se equilibra em fio de arame para não cair em crimes
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Não é preciso ser bacharel em direito para saber que nem tudo que é legal, não proibido pela lei, é ético.
No escândalo protagonizado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), que pediu dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, houve induvidosa violação de natureza ético-moral.
Isso, por parte de um membro do Poder Legislativo, significa atentar contra a ética.
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A infração ética tipifica ilícito funcional, que pode levar Flávio à perda do mandato no Senado, observado o devido processo legal e a ampla defesa.
Por evidente, o senador Flávio Bolsonaro não deveria ter pedido dinheiro para lavar a imagem criminosa do pai.
Por tabela, Flávio buscava beneficiar-se politicamente em sua desejada candidatura à Presidência da República com o filme biográfico Dark Horse.
Flávio foi escolhido pelo pai, Jair, como herdeiro político do bolsonarismo. Como proclamado, seria o sucessor de sangue do ex-presidente.
Se fosse só isso, tudo estaria no campo da violação ética por parte do senador.
Frise-se: não era ético nem moral pedir dinheiro ao banqueiro Vorcaro, um manjado fraudador e corruptor.
Como revelou o site........
