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O tesão contra o fascismo

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06.02.2026

Escritora e roteirista de cinema e televisão, autora de “Depois a Louca Sou Eu” e "A Boba da Corte"

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Eu já estava curada havia um tempo quando o Grammy estragou tudo. Voltei a sonhar com Bad Bunny em trajes menores. Na projeção cinematográfica do meu inconsciente, o artista se apresenta exatamente como fez no comercial de cuecas de 2025. Acordada, eu devo ter assistido a essa obra-prima da publicidade e do erotismo umas 200 mil vezes. Nem sempre o capitalismo está errado.

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Calvin Klein Spring 2025. Bad Bunny de cueca branca balançando em nossa cara o único motivo pelo qual estamos todos vivos: energia libidinal.

A direção do comercial inovou o conceito de maldade boa quando ordenou que Bad Bunny acariciasse o espelho a sua frente, bem na altura da sua cintura. Sou eu ali pelada na frente dele ou sou voyeur da autoindulgência íntima do cantor? EU NÃO SEI, mas obrigada.

A única diferença é que em meus restos diurnos........

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