menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

'Virar apenas mãe pode ser incompleto', diz CEO da JCDecaux Brasil

22 0
17.01.2026

Editado por Stéfanie Rigamonti, espaço cobre os bastidores da economia e de negócios. Com Luana Franzão

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

benefício do assinante

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

benefício do assinante

Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.

Recurso exclusivo para assinantes

assine ou faça login

Receba no seu email as informações exclusivas da coluna Painel S.A.

Carregando...

Desde muito cedo a economista Ana Celia Biondi sabia que queria investir na carreira. Aos 17 anos entrou no seu primeiro emprego no mercado financeiro. Seis anos depois, aos 23, estava de malas prontas para um período de cinco anos na Suíça, onde trabalhou em dois bancos: Duménil Leblé e Indossuez. De volta ao Brasil, ela ingressou no mundo da publicidade de rua.

Mesmo decidida que iria traçar uma carreira de sucesso, a executiva nunca pensou em abrir mão da maternidade. Ela diz que ambas as coisas fluíram de forma muito natural e se conectaram. Hoje diretora-geral no Brasil da empresa francesa JCDecaux, Biondi liderou, em 1999, a instalação dos primeiros relógios com publicidade de rua da companhia em São Paulo no momento em que seu filho nascia.

Sua carreira começou muito cedo. A maternidade sempre esteve nos seus planos?
Eu comecei no mercado financeiro com 17 anos. Fiz 40 anos de carteira assinada no ano passado. Não era aquele desejo imediato, porque eu estava muito curiosa e decidida com minha carreira, mas em nenhum momento passou pela minha cabeça que eu não seria mãe. A maternidade e a carreira na minha vida se confundiram, elas sempre foram muito próximas.

Em que momento elas se interligaram?
Em 1999, em plena implantação do primeiro contrato dos relógios de rua de São Paulo [da JCDecaux com a prefeitura]. Era para ser 370 relógios, mas foram [instalados] 369. Ficou faltando um. O Gui [Guilherme, seu filho] nasceu 15 dias antes [de o último relógio ser instalado]. Veja, era 1999. Não tinha o Google Maps. Tínhamos que ir até o local. Eu fazia as vistorias. Era tudo mais analógico. Então, eu voltei [ao trabalho] 15 dias depois........

© UOL