Antes de atacar Irã, Trump ouviu de genro que só teria 'acordo tipo Obama'
Antes de atacar Irã, Trump ouviu de genro que só teria 'acordo tipo Obama'
Horas antes de ordenar ataques ao Irã, o presidente Donald Trump ouviu de seu genro e negociador para o Oriente Médio, Jared Kushner, que, se mantivesse as tratativas diplomáticas, poderia obter um "acordo tipo Obama" —mas não o tipo de entendimento que desejava, segundo um alto funcionário da administração.
O diagnóstico de Kushner não era trivial. Trump classificou como "o pior acordo da história" o pacto fechado com Teerã em 2015 por seu antecessor democrata, Barack Obama. Nele, os iranianos se comprometiam a limitar o programa nuclear e permitir inspeções internacionais em troca do alívio de sanções dos EUA.
Ao assumir a Presidência, em 2017, o republicano retirou os EUA do acordo e retomou as sanções, e o Irã voltou a enriquecer urânio. Para ele, o pacto deu à República Islâmica tempo e recursos para avançar rumo à bomba. Críticos afirmam que Trump esvaziou a via diplomática e reduziu a capacidade internacional de monitorar o que ocorria no país.
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