Título e postura em final épica botam Mané entre os maiores da África
Título e postura em final épica botam Mané entre os maiores da África
A final da Copa Africana foi simplesmente épica, um daqueles jogos que serão para sempre lembrados. O pênalti marcado (de forma absurda e por um VAR intervencionista) no minuto 98 daria a Marrocos o esperado título caseiro, após 50 anos de espera, confirmando a opinião dos adeptos da teoria de que seria feito tudo o que fosse necessário para a taça ficar em Rabat.
Os 15 minutos que sucederam o lance foram de caos. A seleção senegalesa saiu de campo, a torcida tentou invadir o gramado e o único que parecia saber o que precisava ser feito era Sadio Mané. "Nós vamos jogar", anunciou o atacante, após uma conversa ao pé do ouvido com o técnico, Pape Thiaw. Foi buscar os colegas no vestiário para "perder........
