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Por que até o combustível virou desafio no novo regulamento da F1

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24.02.2026

Por que até o combustível virou desafio no novo regulamento da F1

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A temporada de 2026 da Fórmula 1 começa dia 8 de março e tem equipe que não confirma ter combustível certificado para alinhar no GP da Austrália, em mais um dos vários efeitos colaterais de uma série de mudanças pelas quais a categoria passa nesta temporada.

A unidade de potência tem muito mais eletrificação, os carros são menores e mais nervosos e o combustível é sustentável. Isso quer dizer que, quando uma fornecedora homologa uma nova mistura, ela tem que comprovar que os componentes usados são sustentáveis, desde sua origem até seu transporte.

E esse processo cheio de papelada tem provado ser uma dor de cabeça maior do que o esperado para pelo menos uma fornecedora, a Petronas, que abastece a Mercedes e suas três clientes (Williams, McLaren e Alpine). A Aramco, parceira da Honda na Aston Martin, também não teria conseguido a homologação.

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Shell e BP, fornecedoras dos motores Ferrari e da Audi, respectivamente, foram as primeiras a obter a certificação, ainda antes dos testes de pré-temporada do Bahrein. A ExxonMobil, parceira da Red Bull Powertrains, anunciou dia 19 de fevereiro que conseguiu a homologação.

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"Acho justo dizer que o novo processo é mais complicado do que o normal, porque não nos preocupamos apenas com a química dos combustíveis", explicou o chefe de monopostos da FIA, Nikolas Tombazis.

"Cada combustível precisa ser sustentável, o que significa que precisa atingir uma certa redução nas emissões de gases de efeito estufa. Essa é uma parte fundamental deste regulamento. Cada combustível contém talvez 100 componentes diferentes. Para termos certeza de que este combustível é sustentável, precisamos verificar cada componente. Isso significa verificar os fornecedores desses componentes. Precisamos verificar se cada um desses fornecedores usa métodos que reduzem a pegada de carbono e não se originam de componentes fósseis."

A FIA utiliza um serviço terceirizado de certificação para fazer este serviço, e essa primeira homologação dos novos combustíveis se tornou um desafio maior que o esperado para todos, a ponto de a federação ter liberado o uso de misturas não homologadas nos testes de pré-temporada.

No entanto, o prazo final é dia 1º de março, dias antes de os carros estarem na pista no GP da Austrália para a primeira corrida do campeonato, dia 8 de março.

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