Elogio do beijo, fantástica invenção humana que funda o momento
Nesta estrepitosa véspera de Carnaval, larga véspera que muito se arrasta, não quero conflito com ninguém e por isso me presto à mais fácil das escritas: ao elogio daquilo que todos apreciam enormemente.
Todos não, dirá o leitor impertinente, não há neste mundo nada que alcance o consenso absoluto, eu sei, mas sei também que poucos atos são tão estimados quanto este que decidi tornar assunto do meu texto.
Quero fazer o enfático elogio do beijo, essa ação maior que o sonho humano alimenta e que, como a liberdade que professou Cecilia Meireles, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.
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O beijo é o sumo gesto do carinho e do desejo, mas é muito mais que isso. O beijo longo, lânguido, atento, língua sobre língua e mãos entre os cabelos, é um eficaz dispositivo fundador de momentos. Quem beija se isola do espaço, inexiste a tudo aquilo que o cerca, apaga todo ruído para se concentrar no sólito ato tão libidinoso quanto........
