Trump consegue dividir TikTok e inaugura era do 'nacionalismo algorítmico'
Depois de anos de disputa, o acordo para manter o TikTok vivo nos Estados Unidos finalmente saiu. O risco de banimento para os usuários americanos ficou para trás, mas começa um novo capítulo para a geopolítica da IA.
A tensão em torno do TikTok não é nova. Trump tentou bani-lo em seu primeiro mandato, alegando riscos à segurança nacional. Mas apenas no governo Biden que uma lei foi aprovada exigindo que a plataforma fosse vendida ou seria bloqueada no país.
O problema é que, naquele momento, o TikTok já tinha se tornado parte da infraestrutura cultural dos Estados Unidos, especialmente entre a geração Z, e qualquer bloqueio traria impacto econômico para milhares de criadores de conteúdos nos EUA.
Trump percebeu a impopularidade da lei e mudou o tom durante a campanha, passando a dizer que iria salvar o TikTok da lei do presidente Joe Biden. Ao assumir em 2025, imediatamente atuou pessoalmente para impedir o bloqueio e passou a influenciar a criação de um consórcio para assumir a operação nos EUA.
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