Não é só vender! Seleção brasileira reflete era dos empresários "360º"
Não é só vender! Seleção brasileira reflete era dos empresários "360º"
A seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo de 2026 também representa uma mudança profunda no papel dos empresários no futebol.
Se antes eles apareciam quase exclusivamente na janela de transferências, negociando contratos e discutindo cifras, hoje muitos viraram gestores completos de carreira, comandando estruturas que funcionam como empresas de atendimento integral aos atletas. É como se no entorno de cada jogador existisse uma microempresa.
Negociar venda, renovação e salários ainda segue como a principal função. Mas o jogador deixou de ser tratado apenas como alguém que entra em campo para chutar a bola. A lógica atual envolve planejamento de imagem, suporte psicológico, estrutura jurídica, organização financeira, marketing, adaptação cultural e até cuidados familiares.
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A Roc Nation é um dos principais exemplos desse novo modelo. A empresa cuida das carreiras do lateral Douglas Santos, do meia Lucas Paquetá e dos atacantes Endrick, Gabriel Martinelli e Vinícius Júnior. O trabalho vai muito além das negociações com clubes.
A estrutura oferece ajuda em........
