Rachas e disputas ameaçam base e desafiam poder de Lula em 2026 no Nordeste
O ano de 2026 começa com uma série de pendências e divergências a serem resolvidas na base do presidente Lula no Nordeste, região onde historicamente tem melhor desempenho eleitoral. Em 2022, Lula conseguiu emplacar seu candidato em quase todos os estados. Faltou Pernambuco, onde a vencedora Raquel Lyra (PSD) escondeu o voto, mas hoje é vista como aliada.
Jerônimo Rodrigues (PT) é candidato natural à reeleição ao governo da Bahia e deve enfrentar ACM Neto (União), reeditando a disputa de 2022. O PT governa o estado há 19 anos, prazo mais longevo do país.
No estado, o problema é a formação da chapa ao Senado: há três candidatos para duas vagas.
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Os atuais senadores — Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD) — já anunciaram interesse na reeleição. Mas o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), um dos homens mais fortes do governo Lula, também quer disputar o Senado. "Temos um bom problema, mas eu posso garantir que o grupo não vai rachar", disse Jaques no final de outubro.
O PT não deve ter força para disputar o governo sergipano, mas o atual governador Fábio Mitidieri (PSD) é eleitor de Lula. Ele já anunciou sua chapa com Jeferson Andrade (PSD), candidato a vice-governador; Alessandro Vieira (MDB), que vai para a reeleição ao Senado, e André Moura (União Brasil), que também tentará o Senado.
É nesse cenário pouco favorável que Rogério Carvalho (PT) também vai tentar a reeleição ao Senado, com apoio de Lula, mas sem compor com o governador.
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