Pinturas 'diferentes de tudo' são achadas na Amazônia: 'difícil descrever'
Pinturas 'diferentes de tudo' são achadas na Amazônia: 'difícil descrever'
A identificação de pinturas inéditas em dois sítios arqueológicos no território indígena Baniwa, no município amazonense de São Gabriel da Cachoeira (na tríplice fronteira brasileira com Colômbia e Venezuela), revela uma arte rupestre até então desconhecida por não-indígenas na região do Alto Rio Negro.
As pinturas estão localizadas nas serras do rio Içana e foram identificadas pelo projeto "Vozes da Amazônia Indígena", iniciado em fevereiro de 2025 e coordenado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi, vinculado ao MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação). A ação envolve cerca de 100 pessoas de mais de 20 instituições e comunidades indígenas.
Os sítios ficam em local de difícil acesso, em uma região conhecida como "Cabeça do Cachorro", e ainda estão em fase de descrição primária, mas já despertam grande interesse científico.
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