Grupo pede saída de professor da UFRN que nega haver trans e racismo; direita reage
Uma denúncia seguida de abaixo-assinado pedindo a exoneração do professor Tassos Lycurgo, da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte), gerou uma série de reações em defesa ao pastor que atuou como diretor no Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) durante o governo Jair Bolsonaro.
Fundador e presidente do Ministério Defesa da Fé, Tassos está na UFRN desde 2002 e é titular do Departamento de Artes. Ele é conhecido na internet por defender ideias controversas, como a inexistência do racismo estrutural no Brasil, a impossibilidade de ser transexual e que o comunismo teria relações com o satanismo. Também é adepto da luta contra o que chama de "hegemonia comunista" na universidade.
A denúncia contra o professor fez líderes da direita ligados à ala evangélica reagirem, alegando perseguição e ataque à liberdade de expressão. Nomes como o pastor Silas Malafaia e o deputado federal Marco Feliciano (PL) saíram em defesa de Tassos, que também alegou ter sofrido ameaças em seu perfil do Instagram —onde acumula 1,2 milhão de seguidores.
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A denúncia contra o professor foi registrada na Ouvidoria da UFRN pelo coletivo Juntos Potiguar, um movimento de juventude que se intitula "antifascista e ecossocialista". Eles divulgaram o........
