Ailton Krenak e Vanda Machado nos ensinam que o futuro ancestral é agora
Ailton Krenak e Vanda Machado nos ensinam que o futuro ancestral é agora
Na última sexta-feira, nos corredores lotados da Bienal do Livro da Bahia, o que se via era a celebração da palavra com estandes empilhados de livros, histórias imaginadas, mundos possíveis nascendo da criatividade de escritoras e escritores de diferentes lugares.
Em uma das mesas, o que se ouviu não foi ficção e, sim, a urgência de pensar a vida presente como única possibilidade de futuro.
Ao mediar o encontro "Memória indígena e memória negra: futuros possíveis", tive o privilégio de testemunhar um raro encontro, uma travessia de pensamento entre o ativista ambiental Ailton Krenak, primeiro escritor indígena a integrar a ABL (Academia Brasileira de Letras) e a escritora e educadora Vanda Machado, autora do projeto pedagógico Irê Ayó, de reconhecimento das práticas e saberes africanos e afrodescendentes. Duas trajetórias distintas, atravessadas por uma mesma compreensão radical da impossibilidade de separação entre nós, humanos, e o mundo que habitamos.
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Ontem, 19 de abril, quando se celebrou o Dia dos Povos Indígenas, essa escuta se torna ainda mais urgente.
De fala doce, mas direta, ambos apresentaram um pensamento avançado e responsável com o tempo presente, sem espaço para ilusões confortáveis.
Ailton Krenak é autor de........
