Elon Musk declara guerra à indústria da música com apoio da IA
Nos últimos 30 dias, Elon Musk esteve no centro de manchetes globais por fusões bilionárias, movimentações estratégicas nas suas empresas e polêmicas pessoais. Coordenou a incorporação da xAI pela SpaceX, criando um conglomerado privado avaliado em mais de US$ 1 trilhão.
Integrou tecnologias de foguetes, inteligência artificial (incluindo o Grok) e infraestrutura da plataforma X, com planos ambiciosos de construir datacenters solares e orbitais. Redirecionou as prioridades da SpaceX para desenvolver uma cidade autossustentável na Lua.
Na Tesla, o empresário conseguiu aprovação para um pacote de remuneração recorde, mesmo com queda nas receitas e vendas. A empresa anunciou foco em robotáxis e robôs humanoides.
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O Grok e a xAI também estão sendo investigados por um suposto abuso da IA. A Califórnia abriu uma investigação por possível geração de material de abuso infantil, enquanto países como Reino Unido, França, Canadá e Indonésia iniciaram medidas legais ou bloqueios contra a plataforma. Mesmo após a xAI implementar barreiras técnicas, a resposta foi vista como insuficiente e tardia.
Já em campo pessoal e político, documentos do Departamento de Justiça revelaram e-mails amistosos entre Musk e Jeffrey Epstein. Ele também se envolveu em disputas públicas com Donald Trump e pode ser convocado a depor.
Com todos esses fatos coordenados, a ação da X Corp contra as editoras de música nos Estados Unidos está parada. A empresa controladora do X (antigo Twitter) entrou com um processo antitruste contra a NMPA (National Music Publishers' Association), que representa as editoras musicais dos Estados Unidos, além de uma lista com grandes e médias editoras, incluindo Universal Music Publishing, Sony e Warner Chappell.
A empresa de Elon Musk alega que as editoras atuaram de forma coordenada para inflar preços de licenças musicais, usando........
