Ancelotti faz gol de placa contra o passado ao não chamar Neymar
A exclusão de Neymar da convocação simboliza mais que uma escolha técnica: é o adeus a um legado tóxico, e a chance de a Seleção recomeçar limpa e livre das sombras do excesso.
A lista de convocados divulgada segunda-feira, 25 de agosto de 2025, pelo técnico Carlo Ancelotti, trouxe um recado direto, quase cirúrgico, à Seleção Brasileira: quem não estiver 100% física e mentalmente, está fora. “Jogador que joga na equipe nacional precisa estar 100% na sua condição física. Este critério é muito, muito importante para nós”, disse Carletto, em sua habitual serenidade italiana. E concluiu: “Há muita competência em todas as funções. Então, quem não estiver 100%, vai ser substituído.”
Foi uma forma elegante de afirmar que a régua é clara: jogar bem. E nesse critério, o maior problema do chamado “menino Ney” não foi apenas a sucessão de lesões, mas o 6x0 sofrido diante do Vasco, quando vestia a camisa do Santos, símbolo de um declínio que insiste em se prolongar artificialmente nas páginas da imprensa esportiva. Ancelotti começou bem: olha para o presente e para o futuro, enquanto boa parte da crônica desportiva insiste em........
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