O que fazer quando a Mulherzinha de Kafka invade o caminho desafiadoramente
Um homem de 1,90 m caminhava de casa ao supermercado e avistou uma mulher a cerca de 50 m de distância.
Ao se aproximarem, a presença do homem provocou reação de furor na mulher, gerando um confronto tenso.
O narrador comparou o episódio ao conto “Uma mulherzinha”, de Franz Kafka, onde a simples presença do narrador perturba a personagem.
O relato não especifica data ou local exato, descrevendo apenas o incidente ocorrido durante a caminhada.
Como mais um dia de caminhar de casa ao supermercado do peripatético louco do supermercado acabou se transformando num duelo quase mortal com uma mulherzinha que encontrou pelo caminho.
Mulherzinha sem nenhum sentido pejorativo, apenas um adjetivo para sua pouca altura. Era uma mulher de pouco mais de 1,50 m. Eu a vi à distância, enquanto fazia minha caminhada diária. Ela estava a uns 50 metros de mim e caminhava tranquilamente, como eu.
Mas algo aconteceu quando nos aproximamos, e é sobre isso que vou contar aqui a vocês, se o assunto lhes despertar o interesse. Porque foi uma situação no mínimo curiosa.
Eu não estava pensando nela, nem nada nela me chamou atenção, a não ser o fato de estar à minha frente no caminho. Como tenho 1,90 m de altura, pernas compridas, rapidamente me aproximei dela, que parecia quase patinar no mesmo caminho à medida em que eu avançava.
No entanto, ao chegar ao lado dela, algo aconteceu que me fez lembrar o escritor Franz Kafka, autor de um conto genial chamado “Uma mulherzinha”, em que ele narra o efeito devastador que a simples presença do narrador causava na tal mulherzinha do título. Ele não sabia por que ela ficava de tal modo perturbada com sua presença. Não havia feito nada a ela. Jamais em sua vida fizera qualquer coisa direta ou indiretamente àquela mulherzinha. No........
