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​Uma eleição (a)normal

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11.02.2026

As presidenciais de 2026 irão constar na história política portuguesa como umas eleições especiais. Requereram duas voltas, como antes só acontecera em 1986; terão sido o último ato de um frenesim eleitoral que vem talvez desde 2019, seguramente desde 2022; e encetam, começando a definir, um tempo novo, que em São Bento conduzirá até 2029 - numa visão otimista - e em Belém até (pelo menos) 2031, no termo do (1.º) mandato para que António José Seguro foi eleito.

O antigo Secretário-Geral do Partido Socialista, defenestrado por António Costa e que os rumos da Geringonça pareciam ter empurrado para a obscuridade, foi sistematicamente subestimado por quase todos. Não tinha “requisitos mínimos” para candidato a presidente, disseram muitos socialistas; fora serventuário da “troika”, vociferou a extrema-esquerda; mesmo que desaparecido e discreto, não deixava de ser socialista, lembrava a........

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