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Quatro ideias para explicar o que Portugal fez diferente contra o Uzbequistão e porque resultou

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24.06.2026

A melhoria no ecossistema ofensivo português

A harmonia da equipa portuguesa na fase ofensiva foi o principal sinal de virtude na goleada sobre o Uzbequistão. Falo do encaixe de João Félix a partir da meia-esquerda, criando sinergias sobre aquele lado com Nuno Mendes e efetuando movimentos de segundo avançado (que é), e da capacidade para ter mais gente dentro do bloco adversário. Além de Félix, Cristiano baixava em certos momentos, Bruno Fernandes esteve muito mais participativo nas entrelinhas, a lançar passes de rutura e outro dos médios podia aparecer também nesse espaço.

E também da profundidade à direita, com movimentos de combinação e cruzamento entre João Cancelo (assistente no 1-0) e Pedro Neto, coadjuvados por João Neves, durante os 45 minutos iniciais, e após o intervalo já com Nélson Semedo, Francisco Conceição e mais um dos médios sempre próximo no suporte.

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Foi uma seleção com mais intenção, agressividade e acerto nos três corredores, aproveitando também a tremenda fragilidade e falta de contundência defensiva, individual e coletiva, de uma equipa uzbeque que perdeu valências na hora de fechar atrás com a recente mudança de selecionadores.

As variantes na bola parada ofensiva para surpreender o adversário

Já aqui tínhamos destacado a contratação no ano passado de Austin McPhee, mestre da........

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