O Coração Ainda Bate. O tempo das escolhas
Apesar de sermos adultos, incorremos muitas vezes no erro de ouvir uma só versão das várias histórias que acompanhamos: os filhos na escola, o amigo que saiu magoado, a pessoa que foi antipática ao balcão, o casal em que só uma das pessoas parece coberta de razão. Vou partir de uma base em que relações coabitam com o equilíbrio e a igualdade e não há um inequívoco agressor ou agressora.
Somos crescidos mas facilmente tomamos partido. Porque a dor é um território que une e onde muitas vezes nos sentimos válidos. Mas a falta de discernimento em situações, em que teimamos ouvir só uma das partes, pode ser fatal. Quantas vezes, eu e cada um de vocês, já não teremos sido mal interpretados e a versão que de nós se vendeu foi injusta e mal calculada? Teimamos em não crescer, quando nos sintonizamos com a dor de um sem ouvir a dor do outro. Mea culpa.........
