Na Amadora o Chega não chega
Perante a vaga crescente da imigração em massa, Portugal tem-se vindo a afundar na mais abjeta criminalidade, com cidadãos justamente preocupados a serem fustigados por setores da esquerda ao som de acusações raciais. Os meios de comunicação social, de orientação progressivamente propagandística, difundem com fervor a febre da destruição, com rápida proliferação, destruindo o vínculo cultural que liga o presente aos nossos mais remotos antepassados, com o maior dos entusiasmos.
Menciono estes aspetos porque Amadora, infame pela sua criminalidade e pelas taxas de pobreza em rápido aumento, representa aquilo que a esquerda trouxe para Portugal: figura entre as 20 cidades mais perigosas da Europa, pois a decência e o bom senso emigraram, enquanto a decadência e a pobreza económica impulsionaram o aumento da violência, do roubo e do tráfico de droga, invadindo bairros inteiros – Cova da Moura, Buraca, Reboleira, Santa Filomena – num espectro de insegurança.
Os únicos culpados residem não apenas no governo central, mas também nas sucessivas vereações de comunistas e socialistas, que enredaram a população com subsídios e favores, tão familiares para aqueles excluídos da elite babélica. Sem pausas........
