Castelo Branco na Vanguarda da Grande Área Empresarial
A geografia económica de Portugal aproxima-se de um ponto de viragem incontornável. Não se trata já de alimentar velhas assimetrias ou de insistir em diagnósticos estéreis sobre o Interior, mas sim de assumir que estamos num momento crucial de decisão, que pode ser pragmática e histórica para o desenvolvimento deste território e, consequentemente, do país.
O Governo, ao reconhecer a urgência de criar alternativas ao eixo litoralizado de Sines para acolher indústrias de grande dimensão, toca no cerne daquilo que o país reclama há décadas: visão estratégica.
A intenção de criar seis Grandes Áreas Empresariais (GAE) ao abrigo do Plano de Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR) — destinando, por justiça, uma delas ao Interior da Região Centro — é a janela de oportunidade ideal. Mas a escolha da localização de uma infraestrutura desta magnitude não se pode basear em meras intenções políticas ou em “estudos de papel”. Exige visão de futuro, maturidade de planeamento e, acima de tudo, grandes infraestruturas já construídas e disponíveis.
É neste cenário de absoluta prontidão que Castelo Branco se afirma, demonstrando a escala e a maturidade que este projeto exige. Não estamos a apresentar........
