Trump e Bessent a desmontarem os globalistas
Na sexta-feira à noite, a um minuto da meia-noite, Mark Carney chamou os negociadores canadianos de volta a Otava. No sábado, um jornalista perguntou-lhe porque é que parecia que ia para a guerra. A resposta foi seca: fomos atacados, e está-se em guerra quando se é atacado.
A única coisa que ficou por esclarecer foi de que guerra estaria ele a falar.
O representante americano do Comércio, Jamieson Greer, contou a história toda em três minutos que ninguém quis escutar e que não passou em lado nenhum na Europa, tive de a ir buscar às profundezas da net. Resumidamente, faz mais de um ano que os canadianos proibiram a venda de vinhos e destilados americanos nas lojas dos monopólios estatais provinciais, as chamadas Crown corporations, que controlam o grosso do comércio do álcool no país (meu esclarecimento), limitaram a entrada de automóveis e já antes restringiam os laticínios. Durante um ano pediu-se que levantassem as medidas. Disseram que não. Só então vieram tarifas desenhadas à medida, incidindo sobre cerca de 5% do que o Canadá exporta para os Estados Unidos.
Foram os canadianos que pediram para negociar e na terça-feira havia acordo para o anunciar. Nas últimas horas, disse Greer, quiseram mais. Os americanos ofereceram-lhes o melhor acesso ao mercado concedido a qualquer país do mundo e ainda quiseram mais. Não fazia sentido económico nenhum, rematou.
A 3 de agosto escrevi que a Secção 338 do Tariff Act de 1930, ressuscitada por proclamação a 20 de........
