O calvário de uma geração e a agonia
Portugal foi ao Texas e, num cenário de cowboys, guardou o seu pistoleiro, acabando despachado da arena, do Mundial, sem tentar ser feliz, a fazer pouco por se emancipar acima de um vulto, de um herói com vários anos de estrelato, a guardar estatuto, sem qualquer proveito coletivo, preferindo autoflagelar-se em dependências sem sentido, passando pelos Estados Unidos com um dos papéis mais embaraçosos da competição. Um capitão, de 41 anos, sem condição para um jogo completo, mas a fazê-los, um treinador dominado por hierarquias e sem rasgo, da sala de imprensa ao campo, não incutindo qualquer ambição superior, tendo Portugal saído da fase de grupos já com sinais alarmantes de uma identidade conservadora e pouco........
