O Leão de Ouro em ruína
A recente polémica da Bienal de Veneza, um dos festivais de arte contemporânea mais importantes do mundo, veio agravar um profundo mal-estar por parte de artistas e da sociedade civil que recusam ficar em silêncio perante as sistemáticas violações de direitos humanos.
O genocídio em Gaza levou a uma forte tomada de posição por parte do júri internacional da Bienal, que apelou à exclusão da representação de Israel, recusando premiar líderes acusados de crimes contra a humanidade.
É importante relembrar que a Bienal não é composta por artistas independentes, mas vive de financiamento e as escolhas de cada governo representado. Para além das denúncias........
