A IA não sabe decidir
Vamos ser francos? Todos já recorremos à inteligência artificial (IA). Advogados, professores, juízes, jornalistas e também administradores e CEO de empresas.
A questão, portanto, já não é quem a utiliza, mas como a utiliza. E a questão jurídica é, entre outras, quem responde pelas decisões tomadas com o auxílio da IA.
O debate tem acontecido segundo perspetivas interessantes, ainda que um pouco precoces, como a eventual atribuição de personalidade jurídica à IA, a sua eventual autonomia, os seus direitos e deveres.
Já do ponto de vista do direito positivo, talvez a pergunta mais interessante seja bem menos vanguardista.
Nem o Código Civil nem o Código das Sociedades Comerciais conhecem a........
