Aprovados na Choupana
O Braga passou no difícil teste da Choupana, com um final dramático que ajudou a repor a justiça de um jogo que deveria ter sido resolvido bem mais cedo. Vamos por partes. O Braga entrou bem na partida e Zalazar marcou cedo. Aos 15 minutos, o Braga marcou o segundo, mas o árbitro, alertado pelo VAR, assinalou uma falta que não existiu e anulou um golo limpo.
O Nacional agradeceu a oferta e cresceu no jogo. Primeiro ameaçou com duas bolas no poste e, depois, chegou mesmo ao golo da igualdade. No entretanto, houve tempo para mais erros graves da equipa de arbitragem: ao minuto 39, Pau Victor é abalroado pelo adversário (que não disputa a bola) na área; ao minuto 88, Zalazar sofre falta na área mas nem árbitro nem VAR (tão zelosos noutras partidas) repararam.
A justiça fez-se já depois dos noventa, depois de árbitro e VAR terem demorado 4 minutos a analisar uma evidente mão na bola na área do Nacional. Marcou novamente Zalazar, garantindo uma vitória importante que ajuda o Braga a isolar-se ainda mais no quarto lugar.
Carlos Vicens não escondeu a alegria e dedicou, esfuziante, a vitória aos mais de 200 bracarenses que estavam nas bancadas. Para memória futura fica um belo momento de comunhão entre jogadores, equipa técnica e adeptos a entoar conjuntamente a bonita adaptação bracarense da "Aquarela do Brasil".
Foi o culminar positivo de uma semana difícil, em que os adeptos continuam sem respostas em relação à incompreensível censura de uma tarja por parte da PSP. O ciclo que se segue tem quatro jogos de elevada dificuldade. Um teste a sério.
