A universidade faz-se no território
Muito se discute sobre o futuro das universidades. Fala-se de inteligência artificial, rankings internacionais, produção científica e inovação tecnológica. Tudo isso é importante, e ocupa boa parte do debate público sobre o financiamento e a autonomia das instituições de ensino superior. Mas existe uma dimensão que continua a definir a relevância de uma universidade pública: a capacidade de produzir saber que melhora a vida das pessoas e contribui para o desenvolvimento dos territórios.
É precisamente neste contexto que importa olhar para o recente Mapeamento do Setor Cultural e Criativo da Área Metropolitana do Porto, desenvolvido pelo POLOBS, plataforma do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho. O projeto identificou e caracterizou 7.319 ativos culturais........
