Equilíbrio perfeito ou prioridades bem definidas: o que faz mais sentido?
Não acredito em equilíbrio de vida. Não da forma que o conceito se popularizou.
Sei que pode parecer duro afirmar isso, assim, sem rodeios. Pode até soar incoerente para uma mulher que é CEO de uma empresa, esposa, mãe, enfim, uma pessoa que desempenha vários papéis porque é esperado que alguém que tenha diferentes responsabilidades diga que dá, sim, para fazer tudo.
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E, na verdade, é possível conciliar muita coisa, mas não estar 100% presente em todas elas o tempo todo.
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Uma coisa é ter uma rotina que concilia diversos afazeres e abre espaço para aquilo que é importante para você. Outra coisa muito diferente é achar que existe aquele equilíbrio perfeito em que conseguimos dar conta de tudo, o tempo todo, na mesma medida.
É nessa ideia que eu não acredito.
Equilíbrio não significa fazer tudo ao mesmo tempo
Para mim, buscar esse tipo de idealização pode, inclusive, impactar negativamente a saúde porque gera uma autocobrança constante para alcançar algo que, muitas vezes, é impraticável. Não conseguimos dedicar o mesmo tempo, energia e atenção a todas as áreas da vida pelo simples fato de que esses recursos são limitados.
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Por isso, defendo muito mais a priorização do que a busca pela vida perfeitamente balanceada. Acredito que é mais benéfico quando entendemos que momentos diferentes vão demandar mais ou menos dedicação a cada área da nossa vida.
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