Entre resiliência e divergência: o que esperar da América Latina no segundo semestre
A América Latina entra no segundo semestre de 2026 com um panorama macroeconômico mais favorável do que muitos mercados emergentes.
A inflação está projetada para cair, as políticas monetárias ganharam credibilidade e as forças globais estão direcionando fluxos de capital para a região.
No entanto, o panorama está longe de ser homogêneo, o que é um ponto-chave para compreender as oportunidades e os riscos da segunda metade do ano.
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Um crescimento que esconde realidades distintas
O crescimento regional permanece moderado pelos padrões históricos, com projeções de consenso apontando para uma expansão próxima a 2% para este ano, com uma melhoria para 2,5% em 2027 e 2028.
Mas a verdadeira história não está na média: está na divergência entre países. Essa diferenciação determina em grande medida onde as oportunidades........
