Zema está certo: é preciso valorizar o trabalho de verdade
Dois meninos, com cerca de 10 a 12 anos no máximo, bateram à minha porta e deixaram um folder anunciando o serviço de limpeza de carros e latas de lixo. Aqui nos Estados Unidos é muito comum a garotada trabalhar com isso, ou montar uma barraca de limonada na esquina. Liguei para eles e os “contratei” para lavar dois carros na sexta-feira, o Dia Internacional do Trabalho.
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Os garotos ficaram três horas lavando os carros. Cobraram cinquenta dólares pelo serviço, incluindo a limpeza do interior. Ao término, descobri que eu era o primeiro cliente deles, e paguei o dobro: uma nota de cem dólares. Eles não conseguiam esconder a cara de felicidade! Eu disse que era um incentivo pelo trabalho duro e o empreendedorismo, e depois dei uma lição de moral semelhante ao meu filho, de oito anos.
Os americanos valorizam muito o trabalho. É comum filho de gente rica trabalhar como caixa de supermercado, por exemplo. Aqui se pergunta quanto dinheiro você faz por ano, não quanto você ganha. Todos entendem que dinheiro não é um presente dos céus, do estado ou algo que brota do solo, mas sim algo que você precisa correr atrás, oferecendo valor em troca, pela ótica dos consumidores. E no final sempre o agradecimento: “Obrigado pela escolha”; “obrigado por fazer negócio........
