Cotas no Einstein: esquerda quer destruir tudo que presta no Brasil
O Ministério Público Federal (MPF) protocolou uma ação civil pública na 8ª Vara Cível Federal de São Paulo para solicitar que o Hospital Israelita Albert Einstein implemente a política de cotas. O pedido visa que a instituição abra editais complementares no processo seletivo de residência médica de 2026. O órgão afirma que o hospital tem imunidade tributária e precisa retribuir o benefício à sociedade.
Whatsapp: entre no grupo e receba as colunas de Rodrigo Constantino
A Sociedade Israelita Albert Einstein alega usar recursos próprios na residência e requer autonomia administrativa para organizar o próprio processo seletivo. O MPF defende que haja uma reserva de vagas com os seguintes critérios: 30% para negros; 10% para pessoas com deficiência; 5% para indígenas; 5% para quilombolas; 5% para transexuais.
O Einstein é reconhecido por sua excelência em vários tratamentos de doenças, mas para o câncer da política identitária não há cura fácil. Trata-se de uma ideologia nefasta que vem se infiltrando na sociedade há décadas por meio do aparelhamento esquerdista. O Ministério Público não está impune. A mentalidade coletivista e marxista........
