Mesmo destino de Maduro?
O governo Lula já emitiu todos os sinais possíveis aos governos internacionais, agindo de forma tão explícita na defesa de ditadores, grupos terroristas e narcotraficantes quanto Nicolás Maduro. Diante desse cenário, impõe-se uma questão fundamental: terá o atual desgovernante do Brasil o mesmo desfecho de seu "amigo" venezuelano?
Aproximamo-nos do abismo de nos tornarmos a maior nação narcotraficante do globo. O Brasil transformou-se no porto seguro para o crime organizado que hoje é reprimido no México, na América Central, na Colômbia e na própria Venezuela. Esse fluxo ilícito escoa para o nosso território, onde as leis de migração figuram entre as mais permissivas do mundo.
Carecemos de controle efetivo de fronteiras, de uma política de defesa robusta e de capacitação bélica e jurídica para que nossas polícias possam reagir. É essa vulnerabilidade que faz o Brasil herdar o espólio do tráfico latino-americano, agora importado sob a complacência de um "governo amigo".
Em outras palavras, há pressão por lá enquanto há alívio por cá.
Em vez de dissipar o crime, a gestão federal atual opera no sentido inverso: impede leis que endurecem penas, asfixia o orçamento das Forças Armadas e das polícias locais e, por meio de influência política, remove agentes probos comprometidos com a lei e a ordem para substituí-los por indivíduos vinculados aos interesses do sistema criminoso.
Política Internacional? Piada
No plano externo, as medidas seguem a mesma cartilha do ex-ditador venezuelano. Observamos não apenas o apoio político a regimes........
