A juristocracia e a censura judicial
Deve ser dura a vida do ateu; como não reconhecer que, independentemente do que ele pense sobre Deus e a Bíblia, sua vida acabe por ser regida pelos mesmos desígnios espirituais que os religiosos prontamente identificam na realidade?
Deve ser duro ter de despertar e concluir que: assim como Deus descansou no sétimo dia, assim como há 7 semanas entre a Páscoa e Pentecostes, e assim como deve-se fazer a shmitá (o ano sabático de descanso da terra previsto na Bíblia) a cada 7 anos, também os nossos jornalistas do consórcio demoram 7 anos para detectar a censura e o autoritarismo judicial.
Em algum momento o progressista deverá parar e se perguntar: será que também o meu cérebro só funciona de 7 em 7 anos? Será que esse é o tempo que eu levo para entender as coisas?
E quando se confere poder demais a um determinado órgão para “salvar a democracia”, tudo poder-se-á........
