Pedido do PT: 5 ilegalidades do cerco de Moraes contra Bolsonaro
O Brasil tem um novo procurador-geral da República (PGR) e ele se chama Lindbergh Farias. Sim, você não leu errado: Lindbergh Farias, líder do PT na Câmara dos Deputados, mais conhecido como o “Lindinho” das planilhas da Odebrecht, acusado de receber R$ 4,5 milhões em propinas, tornou-se o novo PGR, substituindo Paulo Gonet. A constatação é óbvia: as ações mais recentes contra Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) estão sendo articuladas e solicitadas por ele, com aprovação explícita da PGR e do ministro Alexandre de Moraes.
O próprio inquérito em que a PF investiga os crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação e abolição violenta do Estado Democrático de Direito contra Eduardo e Jair Bolsonaro foi proposto por “Lindinho”. Dentro deste mesmo inquérito, foi ele quem solicitou que Moraes aplicasse a medida cautelar de monitoramento via tornozeleira eletrônica e a proibição de uso das redes sociais. Agora, no fim da tarde desta terça-feira (26), Moraes atendeu a mais um pedido de Lindbergh: ordenou que a polícia cerque a casa de Bolsonaro e o monitore 24 horas por dia, para evitar uma suposta fuga. A seguir, as 5 flagrantes ilegalidades da mais nova decisão do ministro contra Bolsonaro:
A primeira ilegalidade, por si só, basta para revogar toda a decisão: não existe fundamento para a prisão preventiva de Bolsonaro — algo que até........
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