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Ortopedia no esporte amador e profissional: o que muda?

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A prática esportiva, seja ela amadora ou profissional, é fundamental para a promoção da saúde, bem-estar físico e mental. No entanto, a intensidade, frequência e exigências técnicas envolvidas em cada nível de atividade esportiva geram demandas diferentes sobre o sistema musculoesquelético. Mas afinal, o que realmente muda entre a ortopedia aplicada ao esporte amador e ao esporte profissional?

Uma das diferenças mais marcantes entre atletas profissionais e amadores é a carga de treinamento. Enquanto o atleta amador costuma praticar esportes de forma recreativa, com sessões mais espaçadas e menos intensas, o profissional está submetido a rotinas de treinos diários, muitas vezes com várias sessões por dia e monitoramento rigoroso.

Essa alta carga de treinamento aumenta significativamente o risco de lesões por sobrecarga, como tendinites, fraturas por estresse, bursites e síndromes de impacto. Na ortopedia esportiva profissional, há um foco constante na prevenção e monitoramento precoce dessas condições, utilizando ferramentas como exames de imagem preventivos, testes funcionais e avaliações biomecânicas.

No contexto amador, a sobrecarga também ocorre, principalmente, quando há falta de preparo físico adequado, retorno precoce após longos períodos de inatividade ou exagero pontual — por exemplo, em eventos esportivos como corridas de rua. Contudo, a percepção do risco e o suporte médico geralmente são mais limitados.

Enquanto o foco do atleta........

© Estado de Minas