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Tempo da bola não é da política e nem dos políticos

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Com a bola rolando na Copa, as atenções mudaram de foco. Dificilmente, os pré-candidatos terão chances de performar, mesmo nas redes sociais, onde mais se dedicam. O assunto é outro agora. A culpa disso é da própria política, que tem trazido, nos últimos tempos, só notícias ruins e sacanagens. O brasileiro vai reencontrar, nos próximos 35 dias, principalmente, se a Seleção Brasileira avançar, tempos de paz e alegrias em sua vida.

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Enganam-se aqueles, como o pré-candidato presidencial do PL, Flávio Bolsonaro, que tentou, às vésperas da estreia brasileira, capturar a camisa da Seleção para o bolsonarismo. Mais um erro, ou desespero, desse concorrente que, em suas primeiras ações, buscava se distanciar do próprio pai, o ex-presidente Jair, e do extremismo. Ante a perda de intenções de voto, de acordo com as últimas pesquisas, recorre ao colo paterno para não perder a base original.

A pulverização defendida por Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) tem sido negativa à direita e favorece a reeleição de Lula (PT). Zema levou isso tão a sério que parece encantado com seu voo solo, mais dedicado ao próprio ego do que a um projeto político. Junto disso, impõe........

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