Instabilidade pré-eleitoral traz tensão e risco de traição
Trair e coçar, dizem, é só começar. Essa é uma expressão popular que já foi nome de filme e de peça de teatro e que também é muito recorrente na política, especialmente quando as coisas não vão bem. Exemplos não faltam. O ministro de Lula Alexandre Silveira (Minas e Energia) manteve-se filiado ao PSD, partido que mudou de lado e está contra o governo do qual participa. Ainda assim, Silveira ficou lá e, de lá, deseja sorte à pré-candidatura a governador do PSD, de Mateus Simões, e faz o mesmo com o pré-candidato de Lula, o senador Rodrigo Pacheco (PSB). Um pé em cada canoa.
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O ex-secretário de Governo de Zema Marcelo Aro não gostou nada da filiação do senador Carlos Viana no partido de Simões para concorrer com ele ao Senado na mesma chapa que hoje integra. Já fez manifestações de contrariedade.
Na terça........
