2026 está mais rápido que arrancada do Kaio Jorge
Era outro dia mesmo, quando a gente cantou os parabéns de 105 anos do Palestra/Cruzeiro, no Ginásio Dona Salomé, na sede do Barro Preto. Nem um mês da virada se passou. Tanto que o sal do mar de Guarapari ainda está pregado no corpo. A fatura do cartão de crédito, recheada de picolés e milho cozido ingeridos pela criançada nas férias, está obesa e em aberto. Pior. Com a lista de material escolar à espreita, tipo Chuck, o Brinquedo Assassino.
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Esse 2026 mal chegou e, em hipótese alguma, vai se enquadrar na máxima brasileira de que “o ano só começa depois do Carnaval”. Seja nos presídios de Brasília, nas praias completamente lotadas de Norte a Sul, no vergonhoso noticiário internacional ou no calendário do querido esporte bretão, o futebol, o ritmo está mais acelerado do que as arrancadas do Kaio Jorge.
O ano veio capotando igual ao meu irmão Guilherme Piu nas placas de publicidade do Mineirão. Que loucura, não é?
Para o Cruzeiro, por........
