Promessas de Ano Novo, saúde mental e um pouco de neurociência
As promessas de Ano Novo são quase um esporte olímpico da humanidade. Todo dezembro, as pessoas sentam, suspiram, pegam um caderninho novo e juram que, agora, vai: academia, dieta, menos ansiedade, mais foco, menos gente tóxica, mais dinheiro e menos caos. A lista é incrível… até 12 de janeiro, quando tudo derrete igual gelatina esquecida ao sol.
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E não é drama: 90% das resoluções morrem no primeiro mês (dados clássicos de comportamento humano). O cérebro? Ele não tá nem aí pro seu planejamento dourado. O cérebro quer repetição, previsibilidade e pouco esforço — afinal, evoluiu para economizar energia, não para virar influenciador fitness às 6h da manhã.
E aqui entra a beleza, meio amarga, da neurociência: não é falta de força de vontade, é falta de estrutura cerebral compatível com promessas gigantes.
O cérebro odeia........
