O tempo de Lula e o nó de Minas
Para além das agendas de campanha, o presidente Lula (PT) chega a Minas onde há grande expectativa entre potenciais aliados e aliados tradicionais de que irá desatar o nó em seu campo político para definir a chapa majoritária à sucessão mineira. Mas, Lula sendo Lula, é muito provável que ainda postergue a definição. Para quem esperou o senador Rodrigo Pacheco (PSB) por um ano, não há tanta pressa neste tempo de Copa. Até porque no campo bolsonarista há igual indefinição: PL e Republicanos ainda não têm confirmação do senador Cleitinho (Republicanos). Candidaturas convictas, até o momento, são três: o governador Mateus Simões (PSD), em incansável campanha pelo estado; o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT) e o ex-presidente da Câmara Municipal Gabriel Azevedo (MDB). No PSB, a executiva estadual decidiu, nessa quinta-feira (18), que terá candidatura própria. Estão colocados os nomes do ex-procurador de Justiça Jarbas Soares Junior e do ex-vice-governador Clésio Andrade, que informou a esta coluna que, se tiver apoio do presidente da República, deseja concorrer ao governo de Minas. Também são nomes postos no PSB o ex-prefeito de Moeda Julvan Lacerda e o empresário Josué Gomes da Silva.
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