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O desassossego da sucessão mineira

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23.07.2026

Se a convenção do PSD, agendada para 2 de agosto, referendar em ata a candidatura do senador Carlos Viana à reeleição, o ex-secretário de Estado de Governo Marcelo Aro (PP), que também é pré-candidato ao Senado, irá desembarcar do projeto de reeleição do governador Mateus Simões (PSD). Interlocutores de Aro admitem que se concorrer à segunda vaga ao Senado na mesma chapa que Viana, terá pouca chance de sair-se vitorioso, porque Viana tem a preferência entre eleitores bolsonaristas para receber o segundo voto. Na expectativa de que com a pressão sobre Mateus Simões, que não pode perder a Federação União Progressista, reverta o compromisso da cúpula do PSD com Viana, a federação, que em princípio faria a sua convenção dia 1º de Agosto, postergou para o dia 3. A tendência é apresentar a ata do PSD como argumento para não referendar a coligação com o PSD, deixando União e PP livres em Minas para buscar destinos mais promissores.

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O primeiro cenário com o qual trabalha Marcelo Aro em articulação com o presidente estadual do Republicanos, Euclydes Pettersen: atuar pela consolidação da aliança entre Republicanos e PL em Minas, à qual se juntaria a Federação União Progressista, indicando Aro para a segunda vaga ao Senado. Nessa concertação política, há expectativa de que o senador Cleitinho (Republicanos) encabece a chapa, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), ex-prefeito de Patos, seja o vice, e o deputado federal Domingos Sávio (PL), o candidato para a primeira vaga do Senado. Tal arquitetura, contudo, não é consensual no PL, que guarda não poucas........

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