Opinião | Compadrio brasileiro é movido a contratações de parentes de ministros, jatinhos, charutos e resorts
Há um vezo patrimonialista nisso tudo. O banqueiro que contrata o ex-ministro da Fazenda e com isso emplaca um encontro fora da agenda com o presidente. Depois contrata o escritório da esposa de um ministro. E logo adiante o escritório de um segundo ministro, para “serviços jurídicos estratégicos”.
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Isso é a grande festa do compadrio brasileiro, movida a jatinhos, charutos, resorts e eventos de luxo. Alguma ilegalidade nisso tudo? De um interlocutor escutei que “não”. E seu raciocínio era cristalino: são os ministros que dizem o que é legal ou ilegal. Valia para a instância devida e para a censura prévia, lembram? Porque não valeria agora para uso de jatinhos e conflito de interesses?
Observando estas........
