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Notícia | Mais enxuta, a varejista Casas Bahia diz ter voltado ao ‘normal’ - agora falta o lucro

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As Casas Bahia apostam que 2026 pode ser um ano melhor para o consumo, por causa da Copa do Mundo, isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e juros em queda. Mas o grupo, que acaba de concluir o processo de reestruturação de sua dívida, não planeja abrir novas lojas este ano. Vai esperar primeiro para ver aonde a economia vai e, enquanto isso, tem avançado em outras frentes. Após uma parceria fechada com o Mercado Livre, em novembro, em 30 dias já é o maior vendedor do marketplace do gigante de comércio eletrônico.

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“Voltamos a ser uma empresa normal de novo”, disse o presidente do grupo, Renato Franklin, ao falar à Coluna sobre o término da reestruturação da dívida. Só na fase concluída no final de dezembro, a empresa reduziu o passivo em R$ 3 bilhões, com a transformação de detentores de títulos de dívida da rede de varejo em acionistas. Em meados de 2025, já havia reduzido outro R$ 1,6 bilhão, em processo semelhante.

Se a parte da redução da dívida está nos finalmentes, Franklin ressalta que há ainda o que fazer pelo lado da eficiência operacional. “A margem operacional precisa continuar crescendo”, disse o CEO. A receita tem crescido e deve continuar nessa tendência, mas para o executivo, o risco aqui é perder a disciplina. “A marca é muito forte, mas tem........

© Estadão