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Mais e melhor habitação

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26.01.2026

 

 

Parece-me haver na Cidade dos Arcebispos, como em todo o país, grande vontade no que ao debelar da crise de habitação concerne, no sentido de colmatar as carências que se verificam. Não porque não haja casas suficientes, mas por não haver uma política de fomento habitacional, bem delineada, nem governantes que ponham freio ao Alojamento Local e à existência de prédios devolutos, o em situação de abandono. A começar pelo próprio Estado que prefere ter os seus imóveis desocupados e a degradarem-se, do que vendê-los, ou arrendá-los.

Depois, com esta pressa na aprovação do Plano Diretor Municipal com vista à construção de casas em força, como se pretende na nossa Bracara Augusta, o que mais julgo importar é a quantidade. Isto é, produzi-las por forma a irem para o mercado a preços baratinhos. Mas como nos dias de hoje as pechinchas escasseiam, há que ter em atenção não só as boas práticas construtivas, como a especificidade e a robustez dos materiais a aplicar. Caso........

© Diário do Minho