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Não quero ser o mais rico do cemitério

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Por estes dias estava a seguir um documentário sobre uma figura benemerente em que o próprio, comentando o que dizem dele, referiu, num desafio lançado a outros possíveis participantes em favor dos outros: não quero ser o mais rico do cemitério! Senti que estava dado mote para novos beneméritos, tanto ou mais ricos do que o desafiante.



 

1. Eis o resumo da história. Um influente empresário do mundo do desporto – o termo poderia ser comércio do futebol – vai distribuindo fatias de donativos a diversas instituições, desde hospitais a serviço de assistência social, passando por associações de solidariedade ou oferecendo ambulâncias e casas a vítimas de incêndios. Quem conhece a personagem sabe que a discrição é a arma mais usada, embora, por vezes, deixe escapar alguns desses donativos para que possam tornar-se incentivo para outros com posses como ele.



 

2. Foi, então, neste contexto de sacudir outros que possuem bens e formas de os rentabilizar em favor dos demais que ele disse a frase citada: ‘não quero ser o mais rico do cemitério’, dando........

© Diário do Minho