Os Historiadores devem entrar em sintonia para celebrar 2028
Barroso da Fonte
Dia 25 de dezembro último faleceu, com 77 anos de idade, Manuela Mendonça que se manteve no cargo de Presidente da Academia Portuguesa de História, entre 10 de janeiro de 2006 e 25 dezembro de 2025. Menos dez do que estivera Joaquim Veríssimo Serrão, seu antecessor.
Foi uma diferença abismal entre ambas as administrações. Manuela Mendonça (MM) limitou-se a ser uma espécie de “dona de casa”. Certamente fez muitas coisas boas, nos seus 20 anos de comando na História de Portugal. Mas não descortinou mais do que aceitar a imposição dos graus académicos do Processo de Bolonha. Entrou no cargo no ano letivo de 2006/2007. Como todos os antigos bacharéis que subiram a licenciados. E, da noite para o dia, subiram para licenciados, sem darem explicações àqueles que faziam os cinco anos obrigatórios.
No tempo de Salazar havia as professoras do ensino básico que se deslocavam para longe de casa, para obter os cinco anos, mais dois da especialidade. Claro que os tempos eram outros e essas não chegavam para as poucas escolas do magistério. Para remediar a situação surgiram as regentes escolares que resultavam de um estágio, após a quarta classe. O mesmo procedeu com os regentes agrários,........
