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“Ter ou não ter “fome” ”

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18.07.2026

Há cerca de um mês (em junho) a Comissão Europeia deu a conhecer o resultado de um concurso por si promovido e denominado “Frontier AI Grand Challenge”. O EUROPA, consórcio europeu liderado pela empresa italiana Domyn, foi o vencedor desse concurso e, por conseguinte, a entidade escolhida para desenvolver um programa de investigação e de operacionalização de um modelo europeu de Inteligência Artificial (IA). O objetivo da Comissão é precisamente esse: impulsionar o desenvolvimento de uma IA europeia, de fonte aberta e abrangendo as 24 línguas oficiais da União. Ou seja, uma IA concebida e produzida na Europa, com um “desenho” europeu (refletindo as necessidades dos utilizadores europeus), funcionando na primeiríssima linha da IA, aproveitando e proporcionando aos utilizadores europeus um aproveitamento corrente, acessível das soluções (nomeadamente, produtivas) de IA e apta a fazer face aos demais modelos que, sobretudo a partir dos Estados-Unidos e da China, vão conquistando o mundo e guiando a digitalização dos mercados, das relações económicas e sociais, da investigação…enfim, da nossa vida! Note-se que no âmbito do dito “Frontier AI Grande Challenge” foram pedidos modelos de IA que dessem resposta a mais de 400.000 milhões de........

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