Nem lulista nem bolsonarista: o eleitor "cético" vai decidir a eleição em outubro
Em meio a um noticiário dominado pela guerra no Oriente Médio, pelo avanço das investigações sobre a teia política ligada ao Banco Master e pelas movimentações eleitorais domésticas, um dado da mais recente pesquisa Genial/Quaest merece atenção especial: o eleitor independente (que não se considera nem esquerda nem direita) se firmou como o maior bloco político do país. É praticamente uma a cada três pessoas. E em uma disputa presidencial que já começa a desenhar contornos competitivos, com empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, falar para além da própria bolha deixou de ser apenas recomendável. Tornou-se condição básica para vencer eleições.
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As próximas semanas serão marcadas por uma movimentação típica de ano eleitoral. Até 4 de abril, governadores, prefeitos e ministros que desejam disputar........
