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Primeiras reflexões de Wilson Albuquerque sobre “A mais longa duração da juventude”

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20.03.2026

Caros leitores, compreendam a razão pela qual este colunista cede o lugar para um texto tão verdadeiro e belo. Acompanhem as próximas linhas. A palavra é de Wilson Albuquerque*: 

São 318 páginas, iniciei a leitura do romance em 17/03. Mas já estou concluindo o sétimo capítulo. É uma leitura que me faz passear pelo território central do Recife, a cada esquina e bares citados, até onde li no sétimo capítulo, me faz entrar nessa história. Eu me sinto um personagem do livro. Pois também frequentei o Parque 13 de Maio de encontros e refúgio de muita gente. O Bar 13 de Maio também, bebi e petisquei o delicioso arrumadinho. O Bar Savoy de noitadas gigantescas e por onde passavam tantos amigos e amigas das noitadas. Quando são citadas as pensões, o romance me faz estar dentro dessa memória, quando habitei uma pensão na Rua Henrique Dias. Ao ser citada a Praça Chora Menino, me traz à lembrança o apartamento, quase " um aparelho", onde morei na Lins Petit com outros estudantes. Lá tivemos muitos movimentos, encontros que em 1979 desabrocharam no........

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